Tantas vezes que vi escrito no canto dos desenhos do Gerard Michel "avec Lapin" e imaginava o que seria desenhar com estes dois gigantes.
Hoje tive o privilégio de conhecer pessoalmente o Lapin e desenhar seguindo as suas instruções.
Um workshop da fundação Arpad Szenes/ Vieira da Silva que me fez ganhar o dia e uma lição sobre perspectiva que vou guardar para a vida.
De salientar a simpatia do próprio Lapin e disponibilidade para tirar as duvidas que fui tendo ao longo da manhã.
Com muito orgulho publico o meu humilde desenho "com Lapin".
sábado, 24 de setembro de 2016
sexta-feira, 23 de setembro de 2016
Hoje de manhã em Sintra
terça-feira, 20 de setembro de 2016
Inacabado
Deviam ser duas folhas, mas alguém se despachou mais cedo e o desenho ficou pela metade :)
(Sentado no café que faz esquina entre a 5 de Outubro e a Rua das Picoas)
(Sentado no café que faz esquina entre a 5 de Outubro e a Rua das Picoas)
segunda-feira, 19 de setembro de 2016
domingo, 11 de setembro de 2016
A seguir os passos do mestre...
Saí para ir desenhar seguindo os passos de Roque Gameiro, de acordo com o fantástico desafio lançado pelo Pedro Cabral dos Urban Sketchers Portugal.
A vontade deu-me energia para subir a pé até ao Largo de Santa Luzia de mochila às costas debaixo de um sol que parecia querer-me fulminar.
Passei a provação dos tuc-tucs que ignoram as passadeiras, os peões de demais universo em seu redor e quando cheguei lá acima, puxei do telemóvel para ver a fotografia que tinha guardado com a pintura de Roque Gameiro e confirmar o ponto que ele tinha escolhido para a fazer... Rapidamente percebi que para obter a mesma perspectiva, tinha que ficar no meio da rua.
Decidido na minha missão, optei por descansar um pouco à sombra e fugir do sol que me fazia ferver o escalpe. Encontrei um banco, uma sombra e pensei... "Porque não?"
Mais para o fim da tarde e com uma luz excelente consegui o desenho que queria sem precisar ficar de ficar no meio da rua.
A vontade deu-me energia para subir a pé até ao Largo de Santa Luzia de mochila às costas debaixo de um sol que parecia querer-me fulminar.
Passei a provação dos tuc-tucs que ignoram as passadeiras, os peões de demais universo em seu redor e quando cheguei lá acima, puxei do telemóvel para ver a fotografia que tinha guardado com a pintura de Roque Gameiro e confirmar o ponto que ele tinha escolhido para a fazer... Rapidamente percebi que para obter a mesma perspectiva, tinha que ficar no meio da rua.
Decidido na minha missão, optei por descansar um pouco à sombra e fugir do sol que me fazia ferver o escalpe. Encontrei um banco, uma sombra e pensei... "Porque não?"
Mais para o fim da tarde e com uma luz excelente consegui o desenho que queria sem precisar ficar de ficar no meio da rua.
sábado, 10 de setembro de 2016
quinta-feira, 8 de setembro de 2016
Sintra Cinema
Quem passa pela rua, mesmo em frente ao departamento de urbanismo da Câmara Municipal de Sintra depara-se com uma presença taciturna, um gigante silencioso e triste com portas emparedadas e vetado ao abandono, ao esquecimento e à degradação completa até que qualquer recuperação seja inviável.
sexta-feira, 2 de setembro de 2016
segunda-feira, 22 de agosto de 2016
Fim de férias
Lentamente vai saindo o que resta das férias, como um cheiro a praia e sal sobre a pele.
Preciso entrar na rotina e voltar a desenhar com mais frequência.
Preciso entrar na rotina e voltar a desenhar com mais frequência.
quinta-feira, 4 de agosto de 2016
Férias são férias... mas...
Férias são férias, mas férias sem desenhar, não o são completamente...
Depois de um mês de Julho meio atrapalhado entre tanto que fazer e tão pouco tempo para desenhar, decidi deitar as mãos aos cadernos e recuperar o tempo perdido. Aproveitar as curtas férias que ainda me restam e ganhar o tempo perdido... a desenhar! Claro!
Depois de um mês de Julho meio atrapalhado entre tanto que fazer e tão pouco tempo para desenhar, decidi deitar as mãos aos cadernos e recuperar o tempo perdido. Aproveitar as curtas férias que ainda me restam e ganhar o tempo perdido... a desenhar! Claro!
quinta-feira, 30 de junho de 2016
Sintra #3
Foi o último desenho deste caderno...
Já bem perto do meu destino, depois de tantas voltas que dei por Sintra para passar o tempo.
Agora preciso de outro caderno...
Já bem perto do meu destino, depois de tantas voltas que dei por Sintra para passar o tempo.
Agora preciso de outro caderno...
Sintra #2
De caminho e enquanto fazia tempo, o Centro Cultural Olga Cadaval é um desafio. A sombra dos plátanos convida...
Sintra #1
Ali mesmo ao lado da estação de comboios, um banco convidou ao descanso e a vista a um desenho rápido.
quinta-feira, 23 de junho de 2016
sábado, 18 de junho de 2016
Beirado , elipses e perspectiva...
Quis desenhar uma casa muito interessante não muito longe de onde moro, mas esbarrei com um beirado curvo com duas elipses sobrepostas.
Era mesmo isto que queria. Tenho que praticar mais as formas curvas. Estas em particular são muito boas, pois representam de uma só vez uma série de questões que preciso resolver.
Assim de repente, aos primeiras oitenta e tal arcos acho que já começo a conseguir sintetizar o desenho como queria!
sexta-feira, 17 de junho de 2016
À sombra de um plátano
Ía tomar café, mas o local até tinha uma visibilidade interessante para aquele canto aberto.
A sombra também era simpática. O café, esse ficou para mais tarde quando descobri que estava tão distraído que quase me atrasei para a reunião que tinha esta tarde...
A sombra também era simpática. O café, esse ficou para mais tarde quando descobri que estava tão distraído que quase me atrasei para a reunião que tinha esta tarde...
quinta-feira, 16 de junho de 2016
Há dias assim
Aqueles dias que nada sai direito. Tento uma vista e acabo por fazer vários desenhos sem que nenhum seja "o tal". São apenas estudos de qualquer coisa, uns em cima dos outros, na maioria tortos e sem as proporções certas, outras vezes e apesar de não passarem de estudos, resultam bem enquanto conjunto de rabiscos amontoados. Pelo menos para mim... Sinto-me satisfeito no meio deste caos.
O desafio de hoje foi nas escadas que vencem o desnível entre a Rua Eng. Quartin Graça e a Estrada da Ameixoeira. A perspectiva é desafiante. Apertada, caótica e sobre elevada, é tudo menos aborrecida. Mas o vento não ajudou já que mal conseguia segurar o caderno e os registos ficaram assim, sem um sabor definitivo, sem uma conclusão. Há dias assim...
O desafio de hoje foi nas escadas que vencem o desnível entre a Rua Eng. Quartin Graça e a Estrada da Ameixoeira. A perspectiva é desafiante. Apertada, caótica e sobre elevada, é tudo menos aborrecida. Mas o vento não ajudou já que mal conseguia segurar o caderno e os registos ficaram assim, sem um sabor definitivo, sem uma conclusão. Há dias assim...
terça-feira, 14 de junho de 2016
terça-feira, 7 de junho de 2016
Na esplanada...
Hoje tive que ir para os lados das Avenidas Novas, mas esteve um calor insuportável.
O termómetro do carro dizia que estavam 31º e ainda só estamos em Junho. Quando regressei dizia que estavam 40º... Nem o ar condicionado me safou de tanto calor.
Entretanto, ao fundo da Av. Conde de Valbom, mesmo antes de atravessar para a Gulbenkian, uma esplanada à sombra que mais parecia um oásis. Parei para um café porque o tempo também não era muito. Tem sido sempre assim, os desenhos saem sempre de acordo com o tempo que tenho.
Eram duas imperiais e desenhar até a noite cair em todas as direcções que me apetecesse.
Talvez amanhã faça isso...
quinta-feira, 2 de junho de 2016
Imperial
Também em Vila Franca de Xira, quando o calor se tornou demasiado, tive que fazer uma pausa. Nestas alturas nada melhor que uma imperial bem fresca.
O melhor é quando à segunda imperial começamos a desenhar. As tinhas até saem com outra leveza...
O melhor é quando à segunda imperial começamos a desenhar. As tinhas até saem com outra leveza...
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