Ainda não tinha publicado nada este ano?
Bem... sei que tenho andado muito ocupado, mas não deixei de desenhar. Só ando mais concentrado noutras coisas que me tomam todo o tempo do mundo.
Este fim-de-semana fui até à Aldeia da Mata Pequena. Como estava um pouco enferrujado tive que desenhar várias vezes as mesmas coisas até que a "veia artística" desentupisse.
Aqui ficam dois desses desenhos.
segunda-feira, 24 de junho de 2019
quarta-feira, 19 de dezembro de 2018
sexta-feira, 14 de dezembro de 2018
sábado, 8 de dezembro de 2018
sexta-feira, 30 de novembro de 2018
sexta-feira, 23 de novembro de 2018
Chafariz de Rua de Entrecampos
Mais propriamente ao fundo da Rua de Entrecampos existe um chafariz datado de 1851 que me faz imaginar quão diferente seria todo aquele cenário, agora rodeado de prédios, entre o fumo dos escapes e o chiar dos comboios mesmo ali ao lado.
Magnifico e soberano mantém a sua imponência ainda que escondido quase num canto onde já ninguém passa para descansar naquela magnifica sombra e matar a sede ou dar de beber aos animais que há muito desapareceram. Por outro lado ele, o Chafariz, já não deita água sequer. Mantém apenas a pose, ressequido e inútil. Como uma memória sem dono, já que ninguém que se podia lembrar dele no seu esplendor ainda é vivo. As pessoas que passam ali parecem evitar olha-lo de frente, como quando alguém baixa os olhos com vergonha.
Como seria esta sombra nos dias de calor com a água a correr, no meio de um campo, sem prédios?
Deixou-me triste.
Magnifico e soberano mantém a sua imponência ainda que escondido quase num canto onde já ninguém passa para descansar naquela magnifica sombra e matar a sede ou dar de beber aos animais que há muito desapareceram. Por outro lado ele, o Chafariz, já não deita água sequer. Mantém apenas a pose, ressequido e inútil. Como uma memória sem dono, já que ninguém que se podia lembrar dele no seu esplendor ainda é vivo. As pessoas que passam ali parecem evitar olha-lo de frente, como quando alguém baixa os olhos com vergonha.
Como seria esta sombra nos dias de calor com a água a correr, no meio de um campo, sem prédios?
Deixou-me triste.
quinta-feira, 15 de novembro de 2018
Praça Francisco de Morais
Hoje a hora de almoço só deu para desenhar um canto...
Soube a pouco, mas sabe sempre bem.
Tenho usado um caderno novo da Hahnemuhle que me dá uma constante vontade de desenhar, o "Nostalgie" com 190g e um toque super acetinado. Acho que nem o papel da Arches consegue ser tão bom para o que pretendo. A resposta à caneta é soberba, no que toca à aguarela, este papel é simplesmente perfeito.
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