"Estou sempre a fazer aquilo que não sou capaz, numa tentativa de aprender como fazê-lo!"
Pablo Picasso


quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

terça-feira, 24 de janeiro de 2017

Alfama

Mais um dos infinitos recantos que se pudesse desenhava incessantemente.
Este é entre a Rua da Galé e as escadinhas de S. Miguel.
Tenho que lá voltar com mais tempo. Se não para desenhar este outra vez, para desenhar outros tantos recantos. Quase todos para onde me viro são altamente "desenháveis". Alfama é um mundo, Lisboa é Linda!


sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

Travessa de S. João

Hoje com Sol, mas com obras também e até uma poltrona no meio da rua... estivesse do meu lado e ainda arriscava uns desenhos bem sentado...
Hoje apostei num formato maior, o Hahnemuhle A4, que aberto fica gigantesco. É óptimo para detalhar algumas partes do desenho.

 

quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

Arco de Jesus perdido nas obras

Se Roque Gameiro fosse à procura do Arco de Jesus teria sérias dificuldades em o encontrar no meio de tanta confusão.
Mas é assim que estava hoje (mais coisa, menos coisa), no meio de carros amontoados, turistas desorientados e obras sem fim num dia cinzento e frio que não me deu Sol nem sombras para completar o meu desenho.
Ficou assim, meio amorfo, pálido e de aspecto adoentado. Embora me pareça que isso também é culpa das obras..

segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

Primeiro de 2017

Na realidade o primeiro desenho de 2017 foi este, quando ia a caminho para fazer o outro.
Foi uma espécie de aquecimento para o desenho da Rua de O Século.




Rua de O Século

Passei por lá esta manhã.
Já andava para o fazer há algum tempo e finalmente consegui!
Quando Roque Gameiro desenhou esta rua, não havia nem chafariz, nem carros, nem antenas de televisão...

 

quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

Numa esquina qualquer

 Esquisso muito rápido de uma casa abandonada numa esquina de duas ruas que agora não me lembro o nome... Estava com pressa, tinha que ir almoçar.
Com esta descrição até podia ser num sítio qualquer, mas por acaso é em Sintra.
Como habitual os carros fazem parte dos meus registos, acho-lhes piada, dão uma dinâmica diferente à cena e de facto fazem parte da paisagem, mas nem sempre são fáceis de desenhar o que torna tudo ainda mais interessante.