"Estou sempre a fazer aquilo que não sou capaz, numa tentativa de aprender como fazê-lo!"
Pablo Picasso


sexta-feira, 17 de junho de 2016

À sombra de um plátano

Ía tomar café, mas o local até tinha uma visibilidade interessante para aquele canto aberto.
A sombra também era simpática. O café, esse ficou para mais tarde quando descobri que estava tão distraído que quase me atrasei para a reunião que tinha esta tarde...



quinta-feira, 16 de junho de 2016

Há dias assim

Aqueles dias que nada sai direito. Tento uma vista e acabo por fazer vários desenhos sem que nenhum seja "o tal". São apenas estudos de qualquer coisa, uns em cima dos outros, na maioria tortos e sem as proporções certas, outras vezes e apesar de não passarem de estudos, resultam bem enquanto conjunto de rabiscos amontoados. Pelo menos para mim... Sinto-me satisfeito no meio deste caos.

O desafio de hoje foi nas escadas que vencem o desnível entre a Rua Eng. Quartin Graça e a Estrada da Ameixoeira. A perspectiva é desafiante. Apertada, caótica e sobre elevada, é tudo menos aborrecida. Mas o vento não ajudou já que mal conseguia segurar o caderno e os registos ficaram assim, sem um sabor definitivo, sem uma conclusão. Há dias assim...





terça-feira, 14 de junho de 2016

su-búr-bi-o

su-búr-bi-o

Substantivo masculino
Arrabaldes; cercanias (de cidade ou povoação); redondezas; ruas amontoadas de carros sem lugar para estacionar (como em Campo de Ourique...) ; bairros dormitórios...


terça-feira, 7 de junho de 2016

Na esplanada...

Hoje tive que ir para os lados das Avenidas Novas, mas esteve um calor insuportável. 
O termómetro do carro dizia que estavam 31º e ainda só estamos em Junho. Quando regressei dizia que estavam 40º... Nem o ar condicionado me safou de tanto calor.
Entretanto, ao fundo da Av. Conde de Valbom, mesmo antes de atravessar para a Gulbenkian, uma esplanada à sombra que mais parecia um oásis. Parei para um café porque o tempo também não era muito. Tem sido sempre assim, os desenhos saem sempre de acordo com o tempo que tenho.
Eram duas imperiais e desenhar até a noite cair em todas as direcções que me apetecesse.
Talvez amanhã faça isso...


quinta-feira, 2 de junho de 2016

Imperial

Também em Vila Franca de Xira, quando o calor se tornou demasiado, tive que fazer uma pausa. Nestas alturas nada melhor que uma imperial bem fresca.
O melhor é quando à segunda imperial começamos a desenhar. As tinhas até saem com outra leveza...


VFX

Hoje tive que ir à terra onde o touro se pega, lá para o Ribatejo.
Tirando o sol quente e enevoado num clima abafador e sufocante, até se estava bem.
Cumprida a minha missão do dia, aproveitei para uns esquissos.
Amanhã quase de certeza que vou acordar com a minha garganta completamente atacada, mas valeu o esforço.
Às  minhas costas tinha o Tejo. Em frente uma rua interrompida pela linha do comboio.
Gostei imenso do sítio, mas realmente o clima podia ser mais confortável.


quarta-feira, 1 de junho de 2016

Para os lados de Caxias

Parei para atender o telemóvel e deixei-me ficar.
A melhor forma de encontrar algo para desenhar é puxar do caderno e da caneta e desenhar o que está à nossa volta sem qualquer preocupação com o resultado.
Hoje como a disposição não é muito boa, dei comigo a pensar ao mesmo tempo em duas coisas:

1º porque razão tenho tantas cores na minha caixa de aguarelas? Se calhar umas 4 ou 4 chegavam já que as restantes faço quase sempre por mistura.

2º Hoje é dia da criança e por habitual infortúnio tenho a minha filha mais velha bem longe de mim para a abraçar como queria fazer todos os dias.