"Estou sempre a fazer aquilo que não sou capaz, numa tentativa de aprender como fazê-lo!"
Pablo Picasso


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terça-feira, 9 de maio de 2017

Travessa do Alqueirão

Passo aqui perto todos os dias. Uma travessa junto à Rua do Lumiar cheia de casas patuscas com enquadramentos que sempre me deixam a pensar : "Qualquer dia tenho que desenhar ali".
Hoje foi o dia. Uma pequena pausa à hora de almoço numa inesperada ida a casa que é também o fim de uma pausa forçada por motivos profissionais nos meus desenhos. Uma Pausa tão longa que até me fez esquecer a password do Blog...
Agora é retomar e não parar. Pelo menos assim espero...

sexta-feira, 17 de junho de 2016

À sombra de um plátano

Ía tomar café, mas o local até tinha uma visibilidade interessante para aquele canto aberto.
A sombra também era simpática. O café, esse ficou para mais tarde quando descobri que estava tão distraído que quase me atrasei para a reunião que tinha esta tarde...



terça-feira, 14 de junho de 2016

su-búr-bi-o

su-búr-bi-o

Substantivo masculino
Arrabaldes; cercanias (de cidade ou povoação); redondezas; ruas amontoadas de carros sem lugar para estacionar (como em Campo de Ourique...) ; bairros dormitórios...


quarta-feira, 25 de maio de 2016

Igreja do Lumiar

Largo da igreja do Lumiar, desta vez sem as linhas da caneta. Não me apeteceu neste dia...

sábado, 21 de maio de 2016

(Re)Canto de rua

Algures no Lumiar passei por um recanto engraçado, limitado por dois prédios revestidos a tijolo de burro que me chamaram à atenção. O conjunto forma quase um beco senão fosse uma minúscula passagem pedonal que liga à Rua Alexandre Ferreira. Claro está que o recanto, sendo as traseiras destes dois prédios serve ( e muito bem ) para estacionar os carros da vizinhança.

Estava eu entretido delinear as primeiras linhas do meu esquisso quando sou abordado por uma senhora que me veio perguntar o que é que eu estava a fazer. Curiosa se não estaria a anotar as matriculas dos carros. Expliquei-lhe o que ali fazia, até lhe mostrei alguns desenhos do meu caderno. Satisfeita com a explicação, sorriu e lá seguiu para as compras que ia fazer.
Nem cinco minutos depois, uma outra senhora dirige-se a mim e faz-me exactamente a mesma pergunta... Novamente expliquei-lhe e mostrei até alguns desenhos que já tinha feito. Tal como da primeira vez fiz vez à senhora que se quisesse anotar matriculas tirava uma fotografia com o telemóvel e ía-me embora, mas a minha presença pareceu estranhamente ameaçadora. Se aparecia mais alguém a perguntar o que estava ali a fazer, juro que fazia um workshop de urban sketching logo no momento...
Fica o registo que acabou feito à pressa e com demasiados riscos. Não gosto daqueles desenhos que parecem ser feitos a meio de convulsões, mas gostei da forma como saíram os carros.
A cor dei quando cheguei a casa.


Skyline Suburbano

No meio dos prédios da Calçada de Carriche.
De repente aquele emaranhado de marquises e construções que se atropelam, esta imagem pareceu-me bonita... e até gostei do resultado, para variar.


sábado, 7 de maio de 2016

monstros

Construídos há cerca de 50 anos, estes prédios no Lumiar absorvem o desnível entre duas ruas. Chegam a ter 7 andares onde 4 são em cave.
São gigantes monolíticos que parecem ter saído do cenário do Blade Runner, construídos sem o mínimo cuidado com qualquer regra urbanística ou até mesmo bom senso, uma Kowloon em miniatura (ok, talvez esteja a exagerar). 



sábado, 23 de abril de 2016

Paço do Lumiar


É daqueles sítios que gosto imenso, No Paço do Lumiar com recantos que dão vontade de desenhar para onde quer que olhemos.
Mas hoje só houve tempo para uma breve e monocromática paragem. A minha lista de locais a revistar para desenhar está a aumentar...


Museu do Traje

Hoje passei pelo museu do traje mas não passei da entrada porque só fui lá mesmo para fazer um desenho. Uma repetição aliás, porque nos finais de Dezembro fiz um desenho aqui mesmo. Mas como não fiquei satisfeito decidi repetir. Desta vez também não fiquei, mas pelo menos tinha comigo uma caneca termo com chá verde da Gorreana que me fez companhia.
Este local não é dotado de uma particular dificuldade. Difícil é não desenhar mais do que o necessário , não sobrecarregar o desenho com elementos redundantes e supérfluos mas por outro lado não descurar os detalhes que estão presentes no edifício. 

Assim, esta publicação vai ser um tanto dinâmica, com o evoluir da questão!





quinta-feira, 21 de abril de 2016

Entre duas ruas

No Lumiar (a mais antiga freguesia de Lisboa) existem recantos curiosos que arrisco dizer serem únicos.
Este em particular, trata-se de um pátio entre a Rua Manuel Ferreira e a Rua do Lumiar. O pátio José Fernandes (é assim que aparece no site da CML) que nem se vê da rua e faz a ligação entre as duas ruas. É como se fosse um espaço que sobrou entre os edifícios à volta.
Quem vem da Rua do Lumiar mal vê a passagem que nem se distingue de uma qualquer entrada numa das casas e o acesso ao largo é feito por aquela passagem no canto.
Curiosos são também os edifícios que surgem descascados a mostrar arcos em tijolo maciço.
Aproveitei também para exercitar o desenho das janelas, mas lamento a hora e a ausência de sombras que deixaram tudo um tanto "liso"